Projeto de escola estadual em CG é único finalista da Paraíba em prêmio nacional

O projeto ‘Papel na Tela’ desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Fundamental Maria Emília de Oliveira Almeida, em Campina Grande, é o único da Paraíba finalista na 6ª edição do ‘Programa Educar para Transformar’, do Instituto MRV. A última etapa da seleção é a votação pública no projeto, que pode ser feita no site www.institutomrv.com.br/pt/chamadapublicadeprojetos/votacao/18 até o dia 14 de junho. O prêmio será de R$ 30 mil para a realização do projeto.

O projeto, idealizado pela professora Patrícia Silva Rosas, está entre os 20 finalistas no País, e propõe que os alunos produzam as próprias biografias e depois façam o roteiro das histórias para a produção de um curta-metragem. Será desenvolvido com alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental com o objetivo de promover o resgate da própria história, fazendo com que reconheçam o espaço em que ocupam. O resultado com os 10 projetos mais votados será anunciado no dia 18 de junho.

Segundo a professora Patrícia Rosas, o projeto será desenvolvido em três etapas. A primeira delas é a estimulação da leitura de biografias pré-selecionadas. Serão trabalhadas quatro obras, duas delas são literaturas estrangeiras, as biografias de Anne Frank e Malala, e as outras duas são brasileiras. São histórias de superação de pessoas que, através da leitura e da escrita, tiveram as vidas transformadas.

A segunda fase do projeto é o resgate das histórias dos estudantes. Nessa fase, vai acontecer a produção das autobiografias, para que sejam conhecidas as histórias desses alunos, das famílias deles, de onde vieram, tendo, nessa etapa, aulas de campo.

A terceira e última etapa do ‘Papel na Tela’ é a construção de um documentário em formato de curta-metragem com as histórias dos estudantes. Essas histórias serão levadas para o cinema. A escola tem uma parceria com a Coordenação de Comunicação (Codecom) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), para exibir as histórias nos cinemas, como no Cine São José, por exemplo, para toda a comunidade participar do projeto.

“O projeto que propomos atuará na promoção da interação entre todos os agentes envolvidos na ação pedagógica (alunos, professores de diferentes disciplinas, equipe gestora e a própria comunidade). Isso porque o projeto visa práticas de leituras inovadoras e desafiadoras. Passando pela leitura de livros (biografias), depois pela escritura das próprias biografias dos alunos (livro digital), culminando o trabalho na produção de um documentário de curta-metragem para ser exibido nos cinemas da cidade. Todo o trabalho instiga o protagonismo dos nossos alunos”, ressaltou a professora.

Programa Educar para Transformar

O programa tem foco em escolas municipais e estaduais da rede pública de ensino fundamental e médio. Esta edição do Educar para Transformar busca envolver todo o corpo escolar de forma coparticipativa na melhoria do clima, do ambiente e das atividades escolares, em diversos aspectos.

Durante quatro meses, os projetos selecionados receberão aporte financeiro e suporte da equipe, que atuará em encontros presenciais e virtuais, auxiliando no desenvolvimento, capacitando em novos conteúdos e acompanhando a aplicação dos recursos.

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Vice-presidente do ParlaNordeste, Adriano participa de encontro de presidentes de Assembleias na Bahia

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e vice-presidente do ParlaNordeste, Adriano Galdino (PSB), participou, nesta sexta-feira (07), do Encontro de Presidentes de Assembleias Legislativas dos Estados do Nordeste, ocorrido em Salvador (BA). Reunidos na sede do Legislativo baiano, os deputados deram sequência aos encontros periódicos do ParlaNordeste, onde debatem melhorias para a população da Região Nordeste.

O presidente da ALPB, Adriano Galdino, destacou que durante o encontro os presidentes das Assembleias discutiram uma agenda periódica para debater o fortalecimento do Poder Legislativo, além de temas como a Reforma da Previdência, a modernização dos meios de comunicação das Casas Legislativas e as ações que possam aproximar a população. Ele acrescentou que os preços abusivos das passagens aéreas também foram discutidos, visto que tem atrapalhado o turismo na região.

“Eu estou muito feliz como vice-presidente do ParlaNordeste dar a nossa contribuição. Nós debatemos os temas propostos pela Carta de Salvador, como a Reforma da Previdência, o Pacto Federativo, além de mais prerrogativas para as Assembleias e o papel das TVs e Rádios dos Legislativos. Um debate caloroso, em que sete presidentes das Assembleias do Nordeste compareceram “, ressaltou Adriano Galdino.

Galdino explicou que a ampliação e modernização dos meios de comunicação das Assembleias ocorreu dada a firme convicção de todos quanto a necessidade de uma interação cada vez mais intensa dos Legislativos com a sociedade. “Isso vai propiciar um controle social mais efetivo e aumenta a transparência das atividades dos parlamentares. No que tange ao abuso das passagens aéreas, foram unânimes as declarações de repúdio aos injustificáveis aumentos de valores”, explicou o presidente Adriano Galdino.

O parlamentar destacou que sete presidentes participaram do Encontro de Presidentes. “Reforçamos a necessidade de união e participação de todos os Legislativos Estaduais Nordestinos na defesa de nossos interesses, conscientes de que os problemas que afligem o povo do Nordeste são de natureza comum a todos os Estados”, disse Galdino.

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Dos confeitos à presidência da ALPB: a trajetória e atuação política de Adriano Galdino

A trajetória e atuação política do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), o deputado estadual Adriano Galdino (PSB), foram exaltadas na coluna desta sexta-feira (7) da jornalista Lena Guimarães, no Correio da Paraíba Online.

Destacando os 23 anos de vida pública, além de seu perfil articulador, o artigo traz um panorama dos principais momentos da atividade política do homem que saiu de Pocinhos e ganhou a Paraíba. Confira o texto na íntegra:

Reconhecimento

Por Lena Guimarães

Embora há 23 anos na política, quando chegou à Assembleia Legislativa, em 2011, Adriano Galdino era muito conhecido em Pocinhos, onde fez carreira, mas não no Estado. Foi convocado para o Executivo, para abrir vaga para suplentes. Ocupou as Secretarias de Interiorização e Casa Civil, mas sempre longe holofotes.

Portanto, foi uma surpresa o lançamento de seu nome para a presidência do Poder Legislativo, em 2015, para enfrentar o articulado deputado Ricardo Marcelo, que tentava a reeleição. Foi disputa dura, mas venceu. O placar marcou 19 a 17 votos.

E de coadjuvante, Adriano Galdino virou protagonista da política estadual. Foi decisivo para o governador Ricardo Coutinho, que antes tinha dificuldades para aprovar matérias na Casa. A maioria que não conseguiu nas urnas, foi obtida graças aos acordos fechados nessa eleição, que aproximaram oposicionistas dos governistas.

Adriano Galdino mostrou-se um articulador competente. Foi decisivo para o arquivamento da CPI do Empreender, em 2015. Instalada, poderia ter dado uma dimensão maior as denúncias de uso da máquina pública na reeleição do governador Ricardo Coutinho. Esse caso ainda aguarda para ser julgado pelo TRE.

A presidência de Galdino foi extremamente positiva para o governo, mas ele manteve diálogo com todos, o que lhe garantiu, há quatro meses, confiança para ser eleito para dois mandatos consecutivos na Presidência, com apoio da oposição e contrariando as articulações do ex-governador, que desejava um período para Hervázio Bezerra.

O jeito de ser de Galdino foi determinante. Todos destacam que ele é do diálogo e que não tenta “tratorar” os opositores; que não impõe, mas defende seus pontos de vista. Essa deve ser uma das razões da Comissão de Constituição e Justiça ter aprovado para ele, por unanimidade, a maior honraria da casa: a Medalha Presidente Epitácio Pessoa.

Adriano Galdino conta com orgulho suas origens pobres e sua história de superação – foi vendedor de confeitos para ajudar a mãe a alimentar os irmãos, formou-se em Engenharia Civil e Direito, foi vereador, três vezes prefeito de Pocinhos e está no terceiro mandato de deputado estadual -, mas a unanimidade na honraria é resultado de seu papel na nova forma de fazer política na Paraíba.

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Após agressão à colega deputado, Julian Lemos é denunciado na Comissão de Ética

O deputado Julian Lemos, do PSL da Paraíba, foi denunciado à Comissão de Ética da Câmara, por ter dado uma cabeçada no colega Expedito Netto , do PSD de Rondônia.

Na representação ao colegiado, que pode recomendar a cassação de deputados, Netto escreveu que foi “agredido de forma injusta e desproporcional” com “cabeçadas e empurrões”.

Ele diz que a punição a Lemos, que “violou flagrantemente” as regras da Casa, tem “caráter pedagógico“, com vistas a “coibir futuras práticas semelhantes no parlamento brasileiro”. Com Época.

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Homem fica preso por 8 meses na Paraíba após ter sido inocentado pela Justiça

Em que pese uma decisão judicial concedendo a liberdade a um homem cuja a inocência foi comprovada, o mesmo ficou oito meses preso após a ordem de soltura.

O fato aconteceu na comarca de Boqueirão-PB, localizada há 50 km de Campina Grande, onde um homem identificado por Jailson havia sido preso no dia 22 de junho do ano passado, sob acusação de ter praticado um roubo. Após investigação, o Ministério Público concluiu não ser ele o autor do suposto crime, motivo pelo qual o juízo da comarca de Boqueirão-PB determinou sua imediata soltura no dia 11 de outubro.

Passaram-se quase 8 meses da decisão que determinou a soltura do cidadão e o cartório permaneceu inerte, tendo expedido o alvará de soltura somente após ter sido alertado pelos advogados Lázaro Costa e Morganna Lucena, que ao tomarem conhecimento do caso, sensibilizaram-se e decidiram peticionar a liberdade do cidadão, que aconteceu nesta quinta-feira (6).

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Ricardo Coutinho estreia coluna na ‘Carta Capital’ falando da educação

O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) estreou sua coluna na Carta Capital. O primeiro artigo do socialista trata sobre educação e foi publicado nesta quinta-feira (6).

Confira texto na íntegra abaixo ou clicando aqui:

A centralidade da educação na oposição ao governo Bolsonaro

Em nome desse país pujante, justo, inclusivo, democrático, que se deve fazer da defesa da educação o principal eixo de oposição ao governo

Talvez as melhores métricas para avaliar um gestor público sejam sua capacidade de interpretar as reais necessidades da população a que serve – em escala nacional, estadual ou municipal – e o trabalho que se dispõe a realizar, no sentido de atendê-las integralmente, mesmo que isso signifique desenvolver projetos de prazo mais largo do que um único mandato.

Não é um acidente, portanto, que um bom gestor deva se inserir em um projeto político cuidadosamente construído, que contemple quadros técnicos de excelência e que tenha uma concepção de futuro clara, a ponto de colocar programas, projetos, ideias em perspectiva.

A interpretação do cenário político atual, visto a partir dessa concepção simples, mostra as razões pelas quais o Brasil se avizinha rapidamente de uma situação desastrosa, que precisa ser revertida o quanto antes.

O governo Bolsonaro, no que se refere a quadros, disse desde cedo a que veio. Escolheu precocemente um ultraliberal para o Ministério da Economia, engatando o país em mais uma aventura que associa a devoção ao mercado a uma agressiva desconstrução das políticas públicas – a Argentina de Macri mostra de forma exemplar, a que cenários se pode chegar com isso.

No outro extremo da composição da equipe do governo, a definição tardia e desastrada para o Ministério da Educação (MEC). Se pensarmos que as prioridades são refletidas pelo ordenamento e importância das ações, veremos sem grande dificuldade qual é o imaginário que move esse governo.

Devemos ir além, contudo. Considerar o primeiro dirigente do MEC apenas como inábil ou inepto é insuficiente. É preciso compreender sua gestão na perspectiva ampla do projeto do governo para a educação, que envolve nitidamente um vetor moral, quase religioso.

Dentro dessa lógica, a atuação do ministro Ricardo Vélez tinha por meta refundar a educação brasileira, orientando-a para uma direção na qual seu potencial crítico fosse praticamente aniquilado, em nome da subserviência a valores que, no mínimo, nada têm a ver com uma sociedade democrática – laicidade, reflexão crítica, liberdade de cátedra etc.

O ministro Abraham Weintraub não apenas preservou essa concepção geral, como a intensificou para mirar o ensino universitário, tentando silenciar as instituições de ensino e pesquisa; fragilizando suas condições operacionais, protegido sob a insinuação bizarra de que nas universidades e institutos federais se realizaria uma ampla “balbúrdia”, financiada pelo erário público.

Houve quem creditasse esse desatino ao anti-intelectualismo que professa o governo Bolsonaro, o que é correto, mas é necessário ir além. O que o faz governo com as recentes iniciativas do MEC é afirmar, pura e simplesmente, que o ensino universitário público não convém ao contribuinte, sendo caro demais para que a sociedade o suporte com recursos escassos “tomados” às empresas e famílias.

Até onde nos leva essa visão rançosa do ensino superior? Diretamente a um projeto de subalternidade nacional, a interesses que advogam um país sem a ambição de atingir uma condição de liderança no cenário mundial; a gente que não quer que o país melhore e, em o fazendo, ofereça oportunidades aos que têm na educação uma chance real de melhorar sua qualidade de vida.

Nesse contexto de descalabro, cabe pensar as iniciativas governistas de forma sistêmica, que explica porque a composição do governo tenha se iniciado com o Ministério da Economia e terminado pelo Ministério da Educação.

Essa “cobra que morde o próprio rabo”, compondo um círculo fechado entre início e fim, indica que o governo não tem qualquer apreço por um projeto de desenvolvimento que signifique soberania, autonomia, emancipação, inclusão social. Enfim, um projeto político que atenda às reais necessidades do grosso da população a que deve servir.

É preciso, portanto, fazer-lhe a devida frente, em benefício de outra qualidade de futuro. É exatamente por isso, porque se trata de futuro, que a luta em defesa de uma educação pública e de qualidade tem centralidade absoluta.

Damos voz com essa luta aos jovens, e a um país que só poderá ser construído com um genuíno sentimento de brasilidade. É em nome desse país pujante, justo, inclusivo, democrático, que se deve transformar a defesa da educação pública no principal eixo de oposição ao governo Bolsonaro: é justamente esse o fio que desfaz todo o novelo do desatino que afronta o Brasil.

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VÍDEO: Veja como ficará o Polo Turístico Cabo Branco, que gerará mais de 3.500 empregos e injetará R$ 355 milhões na economia paraibana

O governador João Azevêdo lançou, nesta quarta-feira (5), no Centro de Convenções de João Pessoa, o edital de chamamento público para implantação do Polo Turístico Cabo Branco. A primeira etapa do maior Complexo Turístico planejado do Nordeste irá disponibilizar cinco lotes para instalação de hotéis e resorts, sendo três deles voltados à beira-mar, um para a área do rio e um em frente ao Centro de Convenções. A construção dos empreendimentos prevê a geração de 3.560 empregos diretos, indiretos e induzidos e uma movimentação financeira de R$ 355 milhões no Estado.

Na ocasião, o gestor também assinou a autorização de licitação para a construção do Batalhão Ambiental da Polícia Militar, que representa um investimento superior a R$ 1,7 milhão – oriundo do tesouro estadual – e anunciou a possibilidade de implantar o Batalhão de Apoio ao Turista no mesmo prédio. O evento foi prestigiado por deputados estaduais, auxiliares do Governo da Paraíba e representantes do Ministério Público Estadual, do Banco do Nordeste, do Sebrae, do Sinduscon, da Fecomércio e da CNI.

Na oportunidade, o chefe do Executivo estadual destacou que o Polo Turístico Cabo Branco é dotado de toda a infraestrutura para instalação dos resorts e tem como base a sustentabilidade ambiental. “Eu não tenho dúvida nenhuma de que esse empreendimento será um sucesso porque a Paraíba tem mostrado ao Brasil a capacidade de fazer gestão pública com eficiência, desenvolvimento, resultados e inclusão social. A nossa expectativa é de que, vencidas todas as etapas do edital, as construções já comecem em 2020 e sejam concluídas entre 12 e 18 meses”, sustentou.

Ele também ressaltou que o Governo do Estado celebra hoje a consolidação de um projeto que estava travado há mais de 30 anos. “Esse é um momento que coroa todo o esforço feito pela gestão estadual ao longo dos últimos anos quando começamos a fazer um trabalho para enfrentar um dos nossos maiores problemas da área, que era a questão fundiária. Da mesma forma que o Centro de Convenções foi um marco para o turismo, a construção desses hotéis também vai marcar o segmento, gerando emprego e renda”, completou.

O secretário do Turismo e do Desenvolvimento Econômico, Gustavo Feliciano, afirmou que o Governo atende a um anseio do trade turístico e assegura desenvolvimento para todas as regiões da Paraíba. “Essa é uma ação que vai mudar a realidade do nosso turismo; nós vamos praticamente dobrar o número de leitos e o número de empregos e gerar uma grande quantidade de eventos agregados ao Centro de Convenções, permitindo que o Estado seja um dos destinos mais completos e atrativos do Brasil”, pontuou.

O diretor-presidente da Companhia de Desenvolvimento da Paraíba (Cinep), Rômulo Polari Filho, destacou que o Polo Turístico Cabo Branco irá incrementar a economia de diversos setores. “Nós vamos gerar emprego e renda para vários segmentos industriais e todo o Estado será beneficiado com os novos empreendimentos porque quem estiver hospedado no resort vai querer conhecer o São João de Campina Grande ou o Vale dos Dinossauros, o que irá movimentar o turismo de toda a Paraíba”, disse.

O representante de empresários espanhois, Manoel Recio, confirmou o interesse de investir no Estado. “Nós acompanhamos essa apresentação com muito gosto porque vemos que o Governo começa a trabalhar forte nesse projeto que é muito interessante. João Pessoa é uma cidade tranquila, tem sol durante todo o ano e muita área verde que são diferenciais que levamos em consideração”, analisou.

O investidor libanês, Mário Tabet, também aprovou a iniciativa do Governo do Estado de fomentar o turismo. “Eu estou apaixonado pela Paraíba, pelas belas praias e estamos divulgando tudo que vemos para empresários do nosso país que estão querendo investir aqui. Eu já vislumbro um futuro muito promissor para esse projeto”, comentou.

A presidente da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira Seccional Paraíba (ABIH-PB), Manuelina Hardman, evidenciou o desenvolvimento que o Polo Turístico irá garantir para a Capital paraibana. “O destravamento do Polo Cabo Branco é a concretização desse Complexo iniciado com a construção do Centro de Convenções que é tão importante para nós. Os novos empreendimentos serão uma parceria do Governo com a iniciativa privada que farão do nosso Estado um destino turístico sustentável por conta do potencial indescritível de belezas e recursos naturais que temos”, ressaltou.

Polo Turístico Cabo Branco – O projeto contará com água, gás, saneamento básico e energia e prevê a instalação de empreendimentos nos setores de eventos, comércio e serviços e animação turística. O Complexo já conta com fibra óptica de 10 gigabytes que poderá ser aumentada para 40 Gb ao final de sua implantação.

Edital e processo – O edital será publicado nesta quinta-feira (6) e as inscrições poderão ser feitas no site da Cinep (cinep.pb.gov.br). Os interessados terão um prazo de 45 dias corridos para apresentarem toda a documentação necessária. Podem concorrer ao edital, aos lotes 1, 2, 3 e 4, projetos de hotel de lazer, resort e hotel fazenda. Já o lote 5 será destinado a projetos de hotel residencial e flat.

Turismo – A primeira etapa do Polo Cabo Branco estima um fluxo anual de 115.752 turistas e 23.026 leitos em João Pessoa. Em 2018, os 12.410 leitos disponíveis na Capital paraibana foram ocupados por 1.259.310 hóspedes, segundo a PBTur.

“A Paraíba sente falta de resorts e a construção desses empreendimentos será fundamental para o incremento do nosso turismo, principalmente quando falamos de bandeiras internacionais que divulgam o destino Paraíba  nos seus países de origem, como fazem também as grandes bandeiras nacionais”, declarou a presidente da PBTur, Ruth Avelino.

Batalhão – No Polo Turístico Cabo Branco será instalada uma sede do Batalhão da Polícia Militar Ambiental, onde também será a sede administrativa da Unidade de Conservação do Parque Estadual das Trilhas, criada pelo decreto nº 37.653/2017, que passa a ser a maior área de conservação de proteção integral na Paraíba em área urbana, ficando à frente da reserva de Vida Silvestre da Mata do Buraquinho e do Parque Estadual da Mata do Xém-Xém.

“Essa é uma cadeia sistemática e fundamental nesse processo. Nós temos a visão de que segurança pública é um investimento e a Polícia fica muito feliz de participar de um momento histórico para os paraibanos, para os turistas e para o Governo”, avaliou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Euller Chaves.

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