Tudo em casa: amigas de Daniella Ribeiro, esposas dos Cartaxo articulam presença de progressista na chapa de Lucélio

A primeira-dama de João Pessoa, Maísa Cartaxo (PV), e a esposa do pré-candidato ao Governo Lucélio Cartaxo (PV), Romeika Cartaxo, têm desempenhado papel importante, nos bastidores, no tocante à articulação do apoio do PP à pré-candidatura do PV. É o que garante o blogueiro Anderson Soares.

“Amigas pessoais de Daniella, as duas têm intensificado o diálogo com a deputada no sentido de convencê-la que a permanência na aliança com Lucélio é o caminho mais viável para a eleição dela ao Senado. Segundo informações de bastidores, o apoio do PP a Cartaxo está praticamente selado, com a presença de Maísa na primeira suplência de Daniella. O anúncio, oficial, deve ser feito nos próximos dias”, relatou em seu blog.

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Como antecipado pelo Blog, Luiz Couto admite disputa senatorial na chapa de João Azevêdo

O deputado federal Luiz Couto (PT), que até então seguia com o discurso de tentar à reeleição para Câmara Federal, admitiu, nesta quinta-feira (19), disputar o Senado Federal numa possível indicação do partido para a chapa encabeçada pelo ex-secretário de Infraestrutura do Estado, João Azevêdo (PSB). A informação veio à tona na manhã desta quinta-feira (19) e foi confirmada ao Blog por um padre próximo a Couto.

Em nota, o parlamentar afirmou que já havia verificado o resultado de pesquisas internas locais que apontariam a aceitação popular em relação à eventual disputa senatorial, mas deixou claro a vontade de continuar como deputado.

“O PT me confiou a missão de buscar a manutenção do mandato como deputado, mas tenho dito que sou um homem de partido. Cabe ao PT deliberar e oferecer as condições para a disputa”, disse.

O nome de Couto vem sendo tratado como solução para o embate entre PT e PSB. Os petistas que já chegaram a revindicar a presença de um membro da legenda na chapa socialista, hoje só impõe o desejo do governador Ricardo Coutinho (PSB) apoiar à pré-candidatura do ex-presidente Lula (PT) à Presidência da República.

No início da semana, cinco partidos de esquerda (PMN, PT, PPL, Rede e PC do B) emitiram um manifesto solicitando um representante do grupo na chapa majoritária.

Com informações do MaisPB

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EXCLUSIVO: Luiz Couto topa ser pré-candidato ao Senado na chapa de João, revela fonte

O deputado federal Luiz Couto (PT) topa a ideia de ser pré-candidato a senador na chapa de João Azevêdo (PSB) ao Governo do Estado. A informação foi repassada ao blog por um padre, cuja a identidade será preservada, próximo ao parlamentar.

O nome de Couto como senador na chapa de João ganhou força nesta quinta-feira (19), após matéria do Portal WSCOM revelando que pesquisas do PT demonstrariam musculatura do petista para bater, inclusive, Cássio Cunha Lima (PSDB).

Outro fator que estaria sendo favorável para a indicação é o afastamento de Daniella Ribeiro (PP), cotada para ser a 2ª candidata ao Senado, do agrupamento de Ricardo Coutinho e do PSB.

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Pré-candidata ao Senado, Daniella Ribeiro encontra Cartaxo em JP e aumenta mistério sobre qual chapa comporá

A pré-candidata ao Senado, Daniella Ribeiro (PP), esteve reunida recentemente com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV).

O blog ainda não tem a informação do teor da reunião, se foi para a formalização de uma aliança, em favor do pré-candidato ao Governo Lucélio Cartaxo (PV), ou se foi para agilizar uma eventual entrega de cargos que o PP mantém na gestão de João Pessoa.

A família Ribeiro tem promovido vários encontros nos últimos dias, buscando a melhor composição para acomodar a pré-candidatura de Aguinaldo Ribeiro, à reeleição como deputado federal, a pré-candidatura ao Senado de Daniella e as pré-candidaturas de filiados do partido.

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Aguinaldo Ribeiro e coordenador da campanha de Lucélio se encontram em SP

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) se reuniu, em São Paulo, com o coordenador da pré-campanha de Lucélio Cartaxo (PV), Diego Tavares.

O encontro se deu em meio às especulações de aproximação entre PP e PSB, por meio da deputada estadual Daniella Ribeiro (PP), que vem sendo cogitada para ser a 2ª senadora da chapa girassol.

A razão do encontro dos dois permanece desconhecida, entretanto, o Progressistas na Paraíba mantém o discurso de diálogo em todas as frentes para a decisão que será mais vantajosa para as pretensões eleitorais do partido.

 

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Ricardo desconhece suposta crítica de Enivaldo e decreta “tempo de calar”

O governador Ricardo Coutinho (PSB) evitou comentar a suposta crítica que Enivaldo Ribeiro, presidente estadual do PP, teria feito a ele. O socialista disse desconhecer a afirmação de “que o único problema do pré-candidato ao Governo do PSB, João Azevêdo, é ser indicação de Ricardo”, que teria sido proferida por Enivaldo, e questionou a fonte que a noticiou.

“Eu não vi o ex-prefeito de Campina dizer isso. Saiu em determinado blog que costumeiramente coloca coisas que não reproduzem a verdade. Faz aquele joguinho do prefeito de João Pessoa [Luciano Cartaxo] e recebe pra isso. Essas coisas que infelizmente acontecem. Não vou comentar isso. Acho que é momento de calar”, disse.

Ricardo disse que a discussão em torno da Paraíba é mais relevante que intrigas fomentadas por setores da imprensa ligados à oposição ao seu governo, reiterando que desconhece a suposta afirmação de Enivaldo.

“Eu não vi essa expressão vinda do srº Enivaldo. E mais, não é o mais importante. O mais importante é olhar para a Paraíba”, concluiu.

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ESTADÃO: Investigado na Lava Jato, Cássio pede arquivamento de inquérito

O senador paraibano Cássio Cunha Lima foi protagonista em uma reportagem do Estadão, veiculada neste sábado (14), por ter pedido o arquivamento do inquérito que o investiga por supostamente ter recebido propina da Odebrecht na campanha eleitoral de 2014.

Cássio foi delatado por dois colaboradores premiados que eram ligados à empreiteira, Alexandre Barradas e Fernando Reis. O segundo disse, em depoimento, que o tucano teria se comprometido a privatizar a Cagepa em favor do grupo empresarial como contrapartida pelos recursos recebidos: R$ 800 mil.

O senador, assim como os colegas de PSDB José Serra (SP) e Dalírio Beber (SC), Rodrigo Garcia, do DEM de SP, e o ministro tucano Aloysio Nunes, senador afastado, alegam falta de provas e fragilidades nas delações para a petição do arquivamento.

Leia a matéria na íntegra:

A sequência de arquivamentos de inquéritos por ministros do Supremo Tribunal Federal no mês passado, contrariando a Procuradoria-Geral da República, levou cinco parlamentares citados na delação da Odebrecht a solicitar à Corte o mesmo tratamento para as investigações das quais são alvo.

Já protocolaram pedido de arquivamento os senadores do PSDB José Serra (SP), Dalírio Beber (SC) e Cássio Cunha Lima (PB), o deputado Rodrigo Garcia (DEM-SP) e o ministro Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), que é senador afastado.

Todos pedem aos ministros Gilmar Mendes e Rosa Weber, relatores dos casos no Supremo, que seus inquéritos sejam extintos por falta de provas, fragilidade nas delações e excesso de prazo.

Foram esses os argumentos usados pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli para negar continuidade a seis inquéritos abertos no ano passado com base na colaboração da Odebrecht.

Na avaliação de um ministro do STF ouvido em caráter reservado, as recentes decisões chamam atenção para a “fragilidade” do acordo da empreiteira. Já para procuradores e delegados da Polícia Federal que atuam na Lava Jato, elas são motivo de preocupação. Eles veem a medida como mais um obstáculo às investigações, que chegam a uma fase decisiva na Corte, e que põe em xeque o potencial do acordo da Odebrecht.

A discussão sobre o tema deve ser reaberta no Supremo em agosto, tanto na análise dos novos pedidos quanto na apreciação de recursos da Procuradoria contra os arquivamentos já definidos. A Procuradoria quer que o caso do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e o dos senadores Omar Aziz (PSD-AM) e Eduardo Braga (MDB-AM) sejam enviados à primeira instância, após o próprio Supremo limitar o alcance do foro para parlamentares federais.

Já a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, decidiu na segunda-feira passada, dia 9, prorrogar dois inquéritos abertos com base na delação e disse que a continuidade das investigações é um direito da sociedade. “O princípio constitucional da razoável duração do processo impõe-se em benefício da continuidade da ação em respeito ao direito à sociedade”, disse a ministra.

Os inquéritos prorrogados por Cármen foram abertos em abril do ano passado. A decisão reflete um entendimento de que a duração, de 1 ano e 3 meses, não é excessiva, embora reconheça que não pode haver adiamentos perpetuamente. “O direito ao processo penal sem procrastinação é da vítima, do réu e da sociedade”, afirmou a presidente do Supremo ao conceder mais 30 dias “para a conclusão das investigações”.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti, criticou os arquivamentos. “Se o Judiciário abre a hipótese de arquivamento sem pedido do Ministério Público, é natural que cada uma das defesas entre com pedido semelhante.” A avaliação é rebatida pelo presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fernando Mendes, para quem o STF tem o poder de controle da atuação judicial.

Perícia

A perícia dos sistemas de propina da Odebrecht também é citada pelas defesas. Ao arquivar três inquéritos, Gilmar e Toffoli entenderam que a análise dos sistemas não traria elementos novos. “A única diligência pendente solicitada pela autoridade policial (perícia nos sistemas de comunicação) é absolutamente desnecessária, como já asseverado por V. Exa”, disse a defesa de Aloysio ao pedir a Gilmar o arquivamento. “Quem não pode denunciar, não pode arquivar”, rebateu a Procuradoria, que defende o envio do inquérito à primeira instância.

Continuidade

O presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Fernando Mendes, disse que a entidade não vê “nenhum problema” no arquivamento, pelo Supremo Tribunal Federal, de inquéritos sem pedido da Procuradoria-Geral da República.

“Se o Supremo, analisando os elementos de prova, avalia que não há nada que justifique a continuidade, e do outro lado o Ministério Público não traz elementos de maneira que motive a necessidade de continuação, o STF exerce seu papel de controle. Papel que não só pode como deve ser feito”, afirmou Mendes à reportagem.

Presidente da Ajufe desde junho, Mendes avaliou que a Procuradoria deve comprovar a necessidade para que as investigações sejam mantidas. “Passado tempo razoável de investigação sem que elementos mínimos tenham sido apresentados, o Ministério Público não pode deixar esse inquérito aberto ad infinitum, sem uma justificativa plausível”, afirmou o magistrado.

“O STF tomou decisão em casos específicos, não no plenário, que de alguma maneira cria um precedente concreto. Não dá para afirmar que vai criar uma cultura”, disse Mendes.

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