Inscrições para o Enem terminam nesta sexta-feira

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem/2017) serão encerradas às 23h59 desta sexta-feira (19). Até quinta-feira (18), o sistema registrava 5.210.305 inscrições, de acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A taxa para pagamento é R$ 82 e o boleto deve ser pago até o dia 24 de maio. As inscrições ocorrem somente no site www.enem.inep.gov.br/participante. Vale ressaltar que elas só são consideradas confirmadas após o pagamento do boleto. No ano passado, foram 9,2 milhões de inscritos. Em 2015, o total foi de 8,4 milhões no país.



No ato da inscrição, o aluno poderá solicitar atendimento especializado, específico e /ou nome social declarado. Serão necessários apresentação dos seguintes documentos: CPF, RG e e-mail. As provas serão realizadas em dois finais de semana, aos domingos. Este ano acontece no dia 5 de novembro, para as disciplinas de Língua Portuguesa, Redação e Ciências Humanas (por um período de 5 horas e meia); e no dia 12 de novembro para as disciplinas de Matemática e Ciências da Natureza (com a duração de 4 horas). Os alunos concluintes do Ensino Médio da rede estadual terão isenção da taxa de inscrição.

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Ricardo tinha razão!

Ricardo tinha razão! O governador Ricardo Coutinho (PSB) se mostrou estar contra o posicionamento da executiva nacional do PSB, que defendeu o impeachment da presidente Dilma Rousseff . O governador, na época, postou em seu twitter: “As aspirações do povo, de combate à corrupção só se darão no Estado Democrático de Direito e com gente sem envolvimento nessas práticas” em 18 de abril de 2016.

 

Veja :

 

Segundo ele, “rejeitou a encenação” dos deputados para depôr a ex-presidente Dilma Roussef e, após um ano, a “casa caiu” para Michel Temer que às 16h desta quinta-feira (18) fez um pronunciamento sobre o caso e disse que não irá renunciar.

 

Na tarde dessa quarta-feira (17), o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo em que,  diante de Joesley, ele indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados.

 

Quando o processo de impeachment foi aberto, o governador divulgou no facebook seu posicionamento quanto a ao caso.

“Quem acompanha o que tenho dito em entrevistas e pronunciamentos ao longo dos últimos meses conhece minhas posições sobre o que nosso país está vivendo. E sabe que a inflação, o desemprego e a recessão não se transformaram em motivo de desânimo nem paralisia para a Paraíba, apesar das terríveis dificuldades. O Governo segue trabalhando em benefício da população, a maior vítima da atual crise econômica. Tenho cobrado do Governo Federal empenho para mudar a agenda do país, olhar para a frente, apresentar razões para a população ter esperança em um futuro melhor. Digo sempre que o Brasil já passou por situações gravíssimas em um passado recente e que, nessas situações, a sociedade soube responder positivamente aos desafios propostos pela realidade. E defendo que as mudanças podem e devem se dar em um ambiente político e social de respeito à democracia.

 

A decisão do presidente da Câmara dos Deputados de aceitar abertura do processo de impeachment da presidente Dilma aponta em sentido contrário. É um ato chantagista, ao qual as instituições e a sociedade civil precisam responder. O povo não merece isso e ao Poder Legislativo não convém ser presidido por alguém movido pelo ódio. A democracia brasileira, tão jovem e tão duramente conquistada, não pode ser refém de chantagem de qualquer natureza. O Brasil precisa de estabilidade, não de ameaças e chantagens.

Reafirmo aqui o que tenho dito a respeito de momento tão grave para todos nós, manifesto a crença no bom funcionamento das instituições democráticas e renovo a convicção de que nosso país é muito maior do que fazem crer os interesses pessoais e a prática política do deputado Eduardo Cunha”.

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Friboi!

Senador Cássio recebeu 635 mil reais da JBS nas eleições de 2014

O senador paraibano Cássio Cunha Lima recebeu uma doação da JBS de 635 mil reais nas eleições de 2014. O valor está publicado na prestação de contas do candidato no site do TSE, conforme publicação acima.

Mais informações em instantes.

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Democrata paraibano afirma que caso JBS é grave e que sociedade merece resposta 

Na noite desta quinta-feira (17), o deputado federal paraibano e líder do Democratas na Câmara, Efraim Filho afirmou que a notícia é grave sim, pediu celeridade na investigação e uma resposta à sociedade. O presidente é acusado de dá aval para a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha, conforme matéria do Jornal o Globo.

Segundo O Globo, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.

Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

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Dono da JBS grava presidente Michel Temer dando aval para compra de silêncio de Cunha

 


Na tarde de quarta-feira passada, Joesley Batista e o seu irmão Wesley entraram apressados no Supremo Tribunal Federal (STF) e seguiram direto para o gabinete do ministro Edson Fachin. Os donos da JBS, a maior produtora de proteína animal do planeta, estavam acompanhados de mais cinco pessoas, todas da empresa. Foram lá para o ato final de uma bomba atômica que explodirá sobre o país — a delação premiada que fizeram, com poder de destruição igual ou maior que a da Odebrecht. Diante de Fachin, a quem cabe homologar a delação, os sete presentes ao encontro confirmaram: tudo o que contaram à Procuradoria-Geral da República (PGR) em abril foi por livre e espontânea vontade, sem coação.



É uma delação como jamais foi feita na Lava-Jato: Nela, o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo embaraçoso. Diante de Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: “Tem que manter isso, viu?”.


Aécio Neves foi gravado pedindo R$ 2 milhões a Joesley. O dinheiro foi entregue a um primo do presidente do PSDB, numa cena devidamente filmada pela Polícia Federal. A PF rastreou o caminho dos reais. Descobriu que eles foram depositados numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).


Joesley relatou também que Guido Mantega era o seu contato com o PT. Era com o ex-ministro da Fazenda de Lula e Dilma Rousseff que o dinheiro de propina era negociado para ser distribuído aos petistas e aliados. Mantega também operava os interesses da JBS no BNDES.


Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, valor referente a um saldo de propina que o peemedebista tinha com ele. Disse ainda que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.


Pela primeira vez na Lava-Jato foram feitas “ações controladas”, num total de sete. Ou seja, um meio de obtenção de prova em flagrante, mas em que a ação da polícia é adiada para o momento mais oportuno para a investigação. Significa que os diálogos e as entregas de malas (ou mochilas) com dinheiro foram filmadas pela PF. As cédulas tinham seus números de série informados aos procuradores. Como se fosse pouco, as malas ou mochilas estavam com chips para que se pudesse rastrear o caminho dos reais. Nessas ações controladas foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propinas carimbadas durante todo o mês de abril.


Se a delação da Odebrecht foi negociada durante dez meses e a da OAS se arrasta por mais de um ano, a da JBS foi feita em tempo recorde. No final de março, se iniciaram as conversas. Os depoimentos começaram em abril e na primeira semana de maio já haviam terminado. As tratativas foram feitas pelo diretor jurídico da JBS, Francisco Assis e Silva. Num caso único, aliás, Assis e Silva acabou virando também delator. Nunca antes na história das colaborações um negociador virara delator.


A velocidade supersônica para que a PGR tenha topado a delação tem uma explicação cristalina. O que a turma da JBS (Joesley sobretudo) tinha nas mãos era algo nunca visto pelos procuradores: conversas comprometedoras gravadas pelo próprio Joesley com Temer e Aécio — além de todo um histórico de propinas distribuídas a políticos nos últimos dez anos. Em duas oportunidades em março, o dono da JBS conversou com o presidente e com o senador tucano levando um gravador escondido — arma que já se revelara certeira sob o bolso do paletó de Sérgio Machado, delator que inaugurou a leva de áudios comprometedores. Ressalte-se que essas conversas, delicadas em qualquer época, ocorreram no período mais agudo da Lava-Jato. Nem que fosse por medo, é de se perguntar: como alguém ainda tinha coragem de tratar desses assuntos de forma tão descarada?



Para que as conversas não vazassem, a PGR adotou um procedimento incomum. Joesley, por exemplo, entrava na garagem da sede da procuradoria dirigindo o próprio carro e subia para a sala de depoimentos sem ser identificado. Assim como os outros delatores.


Ao mesmo tempo em que delatava no Brasil, a JBS contratou o escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe para tentar um acordo de leniência com o Departamento de Justiça dos EUA (DoJ). Fechá-lo é fundamental para o futuro do grupo dos irmãos Batista. A JBS tem 56 fábricas nos EUA, onde lidera o mercado de suínos, frangos e o de bovinos. Precisa também fazer um IPO (abertura de capital) da JBS Foods na Bolsa de Nova York.


Pelo que foi homologado por Fachin, os sete delatores não serão presos e nem usarão tornozeleiras eletrônicas. Será paga uma multa de R$ 225 milhões para livrá-los das operações Greenfield e Lava-Jato que investigam a JBS há dois anos. Essa conta pode aumentar quando (e se) a leniência com o DoJ for assinada. (Colaborou Guilherme Amado)





O GLOBO

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Prefeitura de Pitimbu é notificada pelo TCE-PB

A Prefeitura de Pitimbu, cujo prefeito é Leonardo Barbalho (PSD), foi notificada pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB) pelo não envio do  Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEGM). Segundo o TCE, só receberá o balancete mensal de abril/2017 após confirmação de envio integral, à Corte, desses formulários.

IEGM busca avaliar a efetividade das políticas e atividades públicas desenvolvidas pelos gestores das 223 prefeituras paraibanas.

A notificação ocorreu por meio de ofício circular 022/2017, de 16/05/2017, assinado pelo seu presidente, conselheiro André Carlo Torres, o TCE chama a atenção desses gestores para a necessidade de cumprimento das obrigações definidas na Resolução Normativa RN-TC nº 04/2016, que instituiu o índice.

ÁREAS AVALIADAS – O IEGM/PB proporciona avaliar a gestão pública em sete dimensões da execução do orçamento: educação, saúde, planejamento, gestão fiscal, meio ambiente, cidades protegidas e governança em tecnologia da informação.

O TCE-PB aderiu ao IEGM por meio de Acordo de Cooperação Técnica com o Instituto Rui Barbosa (IRB), entidade responsável pela instituição do IEGM.  Esse trabalho foi implantado em 2016 em quase todos os Tribunais de Contas do país.

Fora a prefeitura de Pitimbu, foram notificados mais 39 municípios. São eles: Água Branca, Algodão de Jandaíra, Areial, Aroeiras, Bom Sucesso, Cacimba de Areia, Camalaú, Casserengue, Conde, Itabaiana, Lagoa, Livramento, Mãe d ́ Água, Manaíra, Massaranduba, Mato Grosso, Maturéia, Nova Palmeira, Olho d ́ Água, Parari, Pedras de Fogo, Pilõezinhos, Pombal, Prata, Riacho dos Cavalos, Rio Tinto, Santa Terezinha, São João do Rio do Peixe, São José da Lagoa Tapada, São José do Sabugi, São José dos Cordeiros, São José dos Ramos, São Miguel de Taipú, Serra Grande, Serra Redonda, Sobrado, Tavares, Vista Serrana, Zabelê .

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Após dar “bolo” em agentes pela quinta vez, Cartaxo diz que “sempre há diálogo”

O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, afirmou que foi o prefeito que mais estabeleceu diálogo com os agentes de saúde, porém não é isso que vem sendo demonstrado pelo atendimento à categoria.

 

 

Os agentes vem  reivindicando o pagamento do incentivo financeiro que vem do Governo Federal, distribuição de equipamentos de proteção individual, o pagamento da gratificação prevista no edital e o reajuste salarial da categoria, que há quatro anos recebem o mesmo salário. De acordo com um dos representantes da categoria,  a prefeitura não fornece nem equipamento de proteção, como capa de chuva e protetor solar.

 

 

Nos últimos dias, os agentes marcaram cinco reuniões para negociação com a Prefeitura, porém eles levaram um “bolo” em todos os encontros. Não houve cancelamento, eles simplesmente não foram atendidos. A cidade de João Pessoa conta atualmente com cerca de 1.500 agentes.

 

Nesta terça-feira (16) houve confusão durante as discussões da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na Câmara dos Vereadores de João Pessoa.  Na segunda-feira (15) um dos agentes resolveu se acorrentar no corrimão do plenário para que os secretários da gestão da Prefeitura de João Pessoa os recebessem. Com a confusão, guardas municipais e seguranças da CMJP tiveram que intervir para arrancar o corrimão e soltar o agente de saúde. A confusão ainda prosseguiu na CMJP mesmo com a audiência da LDO ainda suspensa.

 

 

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