Guerra Fria na oposição: aliados de Cássio, tucanos ignoram candidatura de Daniella Ribeiro

Mal foram homologadas as candidaturas ao Senado na chapa de Lucélio Cartaxo (PV), um dado chamou a atenção, a falta de interação entre as militâncias tucanas e progressistas, que tem como candidatos ao Senado Cássio Cunha Lima (PSDB) e Daniella Ribeiro (PP).  Verificando os posts dos deputados estaduais tucanos Tovar Corria com base eleitoral em Campina Grande e Camila Toscando com base em Guarabira, em ambas redes sociais destes deputados, não se observa nenhuma referência a colega de chapa de Cássio, se observamos também a época da pré-candidatura a reeleição do senador Raimundo Lira (PSD) o mesmo era feito.

Não é nenhuma novidade que as relações entre o Partido Progressista e o PSDB na Paraíba não são das melhores. O distanciamento entre os dois partidos, mesmo coligados numa única candidatura, pode ser visto nas últimas postagens de membros tucanos, no integram de Tovar nenhuma referência a Daniella é feita, bem como nos postas de Camila Toscano. Até pouco tempo, atrás observando as mesmas redes nenhuma postagem era feita relativa ao então pré-candidato a reeleição do senador Raimundo Lira (PSD).

Algo similar foi destacado em matéria na última terça-feira (07) nas redes do presidente do partido, Ruy Carneiro, que desconhecia a existência da candidatura de Daniella Ribeiro (PP), ao Senado. Em suas postagens do Instagram, Ruy Carneiro nem cita Daniella. “Um resumo do que foi este domingo, durante a Convenção das Oposições. Obrigado pela presença de todos que apoiam nossa pré-candidatura. Um novo capítulo se inicia e conto com todos vocês”, diz Ruy num post ignorando Daniella. Veja o integram de Ruy Carneiro, onde a última terça-feira (07.08.2018) e como nenhum post ou referência é feito a companheira de chapa de Cássio.

Veja:

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Raíssa Lacerda aciona justiça contra assessor de Cartaxo que ligou seu nome a facção criminosa de JP

A vereadora Raíssa Lacerda (PSD) entrou com uma queixa crime na Justiça contra um perfil de Instagram que utilizou vídeos de uma festa no bairro São José, em João Pessoa, postados por ela em seu perfil pessoal, na tentativa de associá-la ao crime, em função de uma suposta comemoração que teria sido feita por uma facção criminosa em comunidades, no último sábado (11).

Raíssa disse que a tentativa de manchar a sua imagem partiu de um assessor do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), em função dela ter repercutido denúncias na tribuna da Câmara Municipal contra a prefeitura, na quinta-feira (9).

A festa no bairro São José aconteceu na noite do último sábado (11). Raíssa Lacerda concedeu entrevista nesta segunda-feira (13) esclarecendo mais uma vez a polêmica no qual seu nome foi envolvido no fim de semana e informou que tomou as medidas judiciais cabíveis.

Raíssa lembrou que realiza visitas às comunidades de João Pessoa para receber as demandas da população, como médico e uma ponte que os moradores estão solicitando para o bairro, e após visitas à comunidade, ela participou de uma festa de aniversário de um amigo, para a qual foi convidada.

“Eu vivo dentro das comunidades. O papel do vereador não é aparecer em época de eleição, não, o papel do vereador é aparecer os quatro anos e onde tem as maiores dificuldades é na comunidade”, disse Raíssa. “O que tinha lá era bolo, refrigerante, não tinha negócio de facção não, eu sou cristã, sou temente a Deus”, disse a vereadora.

Logo após a polêmica, no sábado, Raíssa postou um outro vídeo no Instagram, em que explica ter ido à comunidade para celebrar o aniversário de um amigo. “Para de preconceito. Para de inventar história, minha gente, por favor. Xô preconceito a negros, xô preconceito a comunidades, xô preconceito a homossexuais. Xô preconceito”, declara Raíssa.

A denúncia contra a Prefeitura de João Pessoa repercutida por Raíssa tem como base as investigações da Operação “Cidade Luz”, deflagrada em Patos, que envolvem a Prefeitura de João Pessoa (PMJP) pelo fato da administração municipal ter pago R$ 30 milhões a uma empresa investigada pelo Gaeco do Ministério Público.

Raíssa destacou que não vão conseguir intimidá-la. “Jesus é verdade, caminho e vida, a verdade sempre aparece. E sou movida a desafio. Esse assessor do prefeito que publicou isso e tentou manchar a minha imagem já está na Justiça com queixa crime. E não pense que vai me intimidar, eu sou como massa de pão. Quanto mais batem em Raíssa, mais eu cresço, graças a Deus”, disse a vereadora.

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OUÇA: Vereadora cobra da PMJP explicações sobre pagamentos milionário a empresa investigada pelo Gaeco

A vereadora Raíssa Lacerda (PSD) disse, nesta quinta-feira (09), em entrevista na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), que a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) terá que explicar os repasses de R$ 30 milhões feitos pela administração municipal, na gestão do prefeito Luciano Cartaxo, à empresa Real Energy, alvo da operação “Cidade Luz”, desencadeada na cidade de Patos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba.

“Fui pega de surpresa pelas denúncias de que R$ 30 milhões estão sendo desviados da Prefeitura de João Pessoa para Patos. O que tem a ver João Pessoa com Patos? Esses R$ 30 milhões têm que ser gastos aqui, em benefícios para João Pessoa”, defendeu Raíssa .

“Quero saber para onde foram os R$ 30 milhões. Porque a prefeitura já tem que esclarecer os R$ 10 milhões que a CGU e a Polícia Federal pedem que ela devolva do caso da Lagoa. A Polícia Federal pede a devolução de R$ 6 milhões. A prefeitura já pagou R$ 2 milhões, com dinheiro da prefeitura, não do bolso do prefeito, e agora mais essa denúncia”, observou Raíssa, afirmando que o papel do vereador não é somente legislar, mas fiscalizar as contas do Executivo.

As informações são do ClickPB.

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Após publicação do blog, Luciano Cartaxo afasta parente acusado de receber propina, revela líder

O prefeito Luciano Cartaxo (PV) afastou o assessor jurídico da Prefeitura de João Pessoa, Felipe Moreira Cartaxo de Sá, acusado pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público da Paraíba (MPPB) de receber propina da empresa Real Energy, por ter intermediado um contrato fraudulento entre a empresa e a Prefeitura de Patos. Os fatos constam da investigação desencadeada pela operação ‘Cidade Luz’.

O afastamento de Felipe Cartaxo foi revelado na manhã desta quinta-feira (9) pelo vereador Milanez Neto (PTB), líder da bancada do prefeito na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), que ainda saiu em defesa da inocência do parente do prefeito de João Pessoa.

O envolvimento de Felipe Cartaxo no esquema de corrupção desvendado pelo Gaeco foi o principal tema das discussões no plenário da CMJP durante a sessão desta quinta.

A vereadora Raissa Lacerda (PSD) destacou que a Real Energy, uma das empresas envolvidas no escândalo de Patos, já embolsou mais de R$ 30 milhões dos cofres da Prefeitura de João Pessoa durante a gestão de Cartaxo.

A acusação de que Felipe Cartaxo teria recebido propina da Real Energy consta na peça acusatória do MPPB. O esquema foi desvendado pelo Gaeco da Paraíba a partir da delação premiada feito por um funcionário ao Ministério Público do Rio Grande do Norte.

No processo, além da delação que foi homologada pelo Tribunal de Justiça, constam conversas entre os acusados por meio de aplicativo de troca de mensagens. Há ainda uma planilha da empresa com que comprovariam o pagamento de propinas a agentes políticas, bem como recibos de transferências bancárias. As informações são do blog do Marcos Wéric.

Veja abaixo alguns trechos do processo em que o nome de Felipe Cartaxo é citado.

Luciano Cartaxo decide afastar da PMJP parente acusado de receber propina, revela líder

Luciano Cartaxo decide afastar da PMJP parente acusado de receber propina, revela líder

Luciano Cartaxo decide afastar da PMJP parente acusado de receber propina, revela líder

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Bomba!

Documentos comprovam que empresa que tinha parente de Cartaxo como “Operador” recebeu vários pagamentos da PMJP

Documentos encontrados pelo signatário Blog no SAGRES do Tribunal de Contas do Estado (TCE), comprovam que a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) manteve contrato e efetuou pagamentos à empresa Real Energy – Empreendimentos e Representação Limitada, que tinha como operador do esquema, o parente do prefeito de João Pessoa, Felipe Moreira Cartaxo de Sá, funcionário da prefeitura de João Pessoa e considerado peça chave na ‘Operação Cidade Luz’.

De acordo com o inquérito do Gaeco, Felipe Moreira era o intermediário entre as prefeituras e as empresas investigadas, que prestariam serviços de iluminação pública em algumas cidades.

Foram feitos vários pagamentos, conforme mostrado na tabela abaixo:

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EXCLUSIVO: parente de Cartaxo investigado na ‘Cidade Luz’ recebia propina para tentar implantar esquema na prefeitura de JP

Cada vez mais vai ficando claro o papel do parante de Luciano Cartaxo (PV), o empresário Felipe Cartaxo de Sá, na ‘Operação Cidade Luz’, que investiga uma esquema de propina a grupos políticos na cidade de Patos, envolvendo contratos com empresas de iluminação pública e desviando cerca de R$ 730 mil em 10 meses.

De acordo com o inquérito do Gaeco, Felipe era o intermediário entre a prefeitura de Patos e as empresas fraudulentas, neste caso, a Enertec.

Fora o percentual de 5% das medições, que era o valor “retornado” aos agentes públicos que firmaram contratos de licitação com as empresas fraudulentas, Felipe recebia R$ 1 mil que serviria como gratificação e “estímulo” para que o mesmo levasse o acordo criminoso para outras prefeituras.

A investigação do Gaeco aponta que um dos objetivos do grupo era implantar o mesmo esquema criminoso na iluminação pública da orla de João Pessoa, cidade gerida pelo familiar de Felipe Cartaxo.

Veja:

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TSE registra pesquisa para todos os cargos na PB; divulgação está prevista para o dia 14

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou nesta quarta-feira (8) uma pesquisa para Governador, Senador, Deputado Federal, Deputado Estadual na Paraíba.

A pesquisa ouvirá 2 mil pessoas até o dia 12 deste mês e deve ser divulgada no dia 14. A empresa contratada foi a CONSULTORIA E PESQUISA TECNICA LTDA / CONSULT PESQUISA, sob o orçamento de R$ 25 mil.

O estatístico responsável será Paulo de Tarso Teixeira Ferreira. O mistério fica por parte de quem contratou a pesquisa. No registro do TSE, o CNPJ: 04843093000177 aponta para uma empresa chamada ‘CONSULTORIA E PESQUISA TECNICA LTDA’.

Confira o registro:

Safari – 8 de ago de 2018 10_49

 

 

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