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Cássio negou articulação para presidir o PSDB com medo de ter nome associado ao de Aécio

 

A negação do senador paraibano Cássio Cunha Lima no interesse em ser presidente do PSDB não passa de uma misancene. Novo artigo publicado pela ‘Época’ explicou que a recusa do tucano se dá para evitar uma repercussão negativa por estar próximo a uma personalidade envolvida em tantos escândalos, no caso, Aécio Neves. A publicação explica ainda que Aécio estaria evitando movimentos bruscos em prol de Cássio justamente por saber o quão o seu filme está queimado.

Leia na íntegra:

Na segunda-feira (24), EXPRESSO revelou que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) trabalha para que o senador e vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), seja seu sucessor na presidência do PSDB. Aécio só não faz movimentos mais bruscos para não expor Cunha Lima. É bom lembrar que a imagem de Aécio, afastado do comando da sigla desde maio, após a delação do J&F, ficou bastante arranhada. Um candidato com apoio explícito de Aécio teria muito a perder.

O partido deverá escolher o novo presidente da sigla em agosto. O cearense Tasso Jereissati, que controla o partido interinamente, pretende continuar, só que de forma efetiva.

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