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Ricardo rejeita rótulo de privatizador, cita a Cagepa e cobra vitória da “verdade”

“O importante é impedir que a mentira vença a verdade”, afirmou o governador Ricardo Coutinho em discurso, na noite desta sexta-feira (21), no Ponto de Cem Réis, em João Pessoa. Ele foi presença chave no ato por “Diretas Já”, organizado pela Frente Ampla, junto a movimentos sociais e partidos de esquerda.

O governador rebateu mais uma vez o discurso de que estaria privatizando a educação na Paraíba, lembrando que foi quem impediu a privatização da Companhia de Águas e Esgoto do Estado (Cagepa).

“Não sou governador de privatização, sou governador de educação pública. Sou madeira que cupim não rói. Enquanto governador de Estado pobre, disse que não privatizaria a Cagepa”, disse.

Ele ainda declarou solidariedade aos trabalhadores brasileiros, que receberam a aprovação da Reforma Trabalhista na última semana.

“Para os trabalhadores do comércio, os pequenos empresários, este é o momento de construir um novo Brasil. Isso passa por legitimidade, e não se pode comandar o Brasil sem, não se pode acabar com a CLT e com os direitos dos trabalhadores”, continuou.

Coutinho ainda se solidarizou com o ex-presidente Lula, e revelou conversa com o petista sobre os construção de um cenário para as eleições de 2018.

“Me solidarizo com Lula. Eleição se derrota o outro na urna, não pode ser na Justiça, não se pode impedir sem provas. Disse a Lula que o mais importante neste momento é construir uma unidade, juntar os movimentos, partidos, e oferecer ao Brasil uma estratégia de gestão”, disse Ricardo.

Informações do WSCOM. Reportagem de Wallyson Costa.

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