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Ricardo desmente tese de que estaria privatizando educação e explica gestão pactuada de escolas

O governador da Paraíba Ricardo Coutinho (PSB), durante o programa ‘Fala, Governador’, nesta segunda-feira (17), criticou veículos de imprensa e grupos políticos que divulgam a tese de que ele estaria privatizando a educação, fazendo referência à gestão pactuada de escolas.

“O que nós queremos é acabar com o problema dos prestadores de serviço que não fui eu quem criei. Vem lá de trás, há 30 anos atrás, onde pessoas eram contratadas sem ter nenhuma garantia, nenhum direito inerente a qualquer trabalhador. Não é efetivo do Estado, não é CLT do Estado, não tem direito a nada a não ser quando o próprio Estado dá. Quando assumi eu tinha 36 mil pessoas nessa situação. Essa foi a herança que eu peguei”, comentou. O gestor enfatizou que diminuiu de 36 mil para 17 mil o número de prestadores nessa modalidade para se adequar às exigências do Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB).

Segundo Ricardo, pelo fato de tais prestadores de serviços na educação trabalharem com atividades de apoio, fica inviável a realização de um concurso, que geralmente é destinado para cargos de professores. Um concurso, de acordo com o socialista, também imporia uma concorrência muito grande para tais trabalhadores, que provavelmente perderiam seus postos.

Por fim, explicou que outra razão para a adoção da gestão pactuada é para a manutenção e zeladoria dos espaços físicos das escolas, que antes dependiam de licitações burocráticas para a resolução de problemas simples. O governador lembrou ainda o exemplo, que considera exitoso, de gestão do Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa.

Informações do WSCOM.

 

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