Notícias

Quando a emenda sai pior que o soneto: Auxiliar de Cartaxo tenta explicar escândalo da Lagoa, mas acaba desmontando defesa da PMJP

Você já ouviu o ditado “a emenda saiu pior que o soneto”? Usado quando alguém se propõe a consertar algo e piora as coisas? Pois bem. Foi o que aconteceu hoje quando o secretário de Infraestrutura Cássio Andrade tentou explicar a participação de familiares na rede de influências que, segundo o vereador da oposição Bruno Farias (PPS), teria facilitado o suposto desvio de recursos na obra da Lagoa.

Na ânsia para defender a si e seus familiares, Cássio acabou desmontando as próprias teses de defesa da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), órgão ao qual é servidor. Primeiramente, afirmou que a Polícia Federal investiga sim a PMJP no inquérito que investiga ilicitudes na Lagoa, contrariando a versão da PMJP, de que não era alvo das investigações da PF.

Disse ainda que sua esposa apenas supervisiona a equipe do Gigov (Gerência de Governo) da Caixa, órgão que gerencia contratos e libera verbas para governos, e que a gerência não tem poder fiscalizador. Dessa maneira, desmantelou a tese do ano passado de que a Caixa havia fiscalizado a obra e não havia constatado nenhuma irregularidade. Ora, se a Caixa não tem papel fiscalizador?

Por fim, admitiu que chamou o seu concunhado (marido da irmã de sua esposa) para trabalhar na Seinfra, mas negou que ele fosse responsável pela execução de obras na Compec, no entanto confirmou que o ex-funcionário da construtora investigada  é de sua estrita confiança

You Might Also Like

Deixe uma resposta

Your email address will not be published. Required fields are marked *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>