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Ricardo tinha razão!

Ricardo tinha razão! O governador Ricardo Coutinho (PSB) se mostrou estar contra o posicionamento da executiva nacional do PSB, que defendeu o impeachment da presidente Dilma Rousseff . O governador, na época, postou em seu twitter: “As aspirações do povo, de combate à corrupção só se darão no Estado Democrático de Direito e com gente sem envolvimento nessas práticas” em 18 de abril de 2016.

 

Veja :

 

Segundo ele, “rejeitou a encenação” dos deputados para depôr a ex-presidente Dilma Roussef e, após um ano, a “casa caiu” para Michel Temer que às 16h desta quinta-feira (18) fez um pronunciamento sobre o caso e disse que não irá renunciar.

 

Na tarde dessa quarta-feira (17), o presidente Michel Temer foi gravado em um diálogo em que,  diante de Joesley, ele indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS). Posteriormente, Rocha Loures foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava dando a Eduardo Cunha e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados.

 

Quando o processo de impeachment foi aberto, o governador divulgou no facebook seu posicionamento quanto a ao caso.

“Quem acompanha o que tenho dito em entrevistas e pronunciamentos ao longo dos últimos meses conhece minhas posições sobre o que nosso país está vivendo. E sabe que a inflação, o desemprego e a recessão não se transformaram em motivo de desânimo nem paralisia para a Paraíba, apesar das terríveis dificuldades. O Governo segue trabalhando em benefício da população, a maior vítima da atual crise econômica. Tenho cobrado do Governo Federal empenho para mudar a agenda do país, olhar para a frente, apresentar razões para a população ter esperança em um futuro melhor. Digo sempre que o Brasil já passou por situações gravíssimas em um passado recente e que, nessas situações, a sociedade soube responder positivamente aos desafios propostos pela realidade. E defendo que as mudanças podem e devem se dar em um ambiente político e social de respeito à democracia.

 

A decisão do presidente da Câmara dos Deputados de aceitar abertura do processo de impeachment da presidente Dilma aponta em sentido contrário. É um ato chantagista, ao qual as instituições e a sociedade civil precisam responder. O povo não merece isso e ao Poder Legislativo não convém ser presidido por alguém movido pelo ódio. A democracia brasileira, tão jovem e tão duramente conquistada, não pode ser refém de chantagem de qualquer natureza. O Brasil precisa de estabilidade, não de ameaças e chantagens.

Reafirmo aqui o que tenho dito a respeito de momento tão grave para todos nós, manifesto a crença no bom funcionamento das instituições democráticas e renovo a convicção de que nosso país é muito maior do que fazem crer os interesses pessoais e a prática política do deputado Eduardo Cunha”.

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