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Na Câmara, André Amaral defende a vaquejada e afirma que é “instrumento de transformação social”

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno, nesta quarta-feira (10), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 304/17, do Senado, que não considera cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, como a vaquejada, se forem registradas como manifestações culturais e bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro. A PEC foi aprovada por 366 votos a 50 e precisa passar por um segundo turno de votação na Câmara.

 

O deputado federal  André Amaral (PMDB-PB) se posiciona a favor das vaquejadas. André afirma  que a vaquejada é um esporte de raiz brasileira, a defende como tradição  e cultura nordestina. “Em favor do esporte mais genuinamente brasileiro, como vaqueiro, como nordestino, como alguém que acredita na vaquejada não só como esporte, não só como tradição, mas como instrumento de transformação social do povo do nosso nordeste”, afirmou.
Em 2017, André Amaral assumiu a cadeira de deputado. André foi eleito como primeiro suplente com mais de seis mil votos, em 2014.

 

Recentemente, em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional a prática porque submeteria os animais a crueldade. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), acatada por seis votos a cinco, foi proposta pelo procurador-geral da República contra a Lei 15.299/13, do estado do Ceará, que regulamenta a vaquejada como prática desportiva e cultural no estado.

 

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