Nem é Bolsonaro, nem é Paulo Câmara. Pai do Décimo Terceiro do Bolsa Família é Ricardo Coutinho

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou decreto nesta semana instituindo o 13º do Bolsa Família no Brasil. Paralelamente, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), surgiu com a proposta no Estado na campanha de 2018 e deve concretizá-la neste dezembro. Hoje, ambos se engalfinharam publicamente para saber quem era o “pai” da ideia. O Fórum de Governadores do Nordeste chegou a lançar uma carta em solidariedade a Paulo Câmara, enquanto Bolsonaro usava as redes sociais para atacar o socialista. Porém, o verdadeiro pai da ideia, que não é novidade para os paraibanos, chama-se Ricardo Coutinho.

Em 2012, ele pagou pela primeira vez na história do Brasil o abono natalino – ou seja – o 13º do Bolsa Família em dezembro. A responsável por executar a ideia quase sete anos atrás foi a atual deputada estadual, Cida Ramos, que era secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba na época.

Outros projetos, a exemplo do Cidade Madura, um condomínio voltado para pessoas da 3ª idade, são frequentemente copiados por outros estados, sem mencionarem o devido crédito às propostas.

Em tempos obscuros, algo que a Paraíba já pratica desde 2012 tem sido vendido como a grande novidade pelos incautos.

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Nem é Bolsonaro, nem Paulo Câmara. Pai de 13º do Bolsa Família é Ricardo Coutinho

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) assinou decreto nesta semana instituindo o 13º do Bolsa Família no Brasil. Paralelamente, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), surgiu com a proposta no Estado na campanha de 2018 e deve concretizá-la neste dezembro. Hoje, ambos se engalfinharam publicamente para saber quem era o “pai” da ideia. O Fórum de Governadores do Nordeste chegou a lançar uma carta em solidariedade a Paulo Câmara, enquanto Bolsonaro usava as redes sociais para atacar o socialista. Porém, o verdadeiro pai da ideia, que não é novidade para os paraibanos, chama-se Ricardo Coutinho.

Em 2012, ele pagou pela primeira vez na história do Brasil o abono natalino – ou seja – o 13º do Bolsa Família em dezembro. A responsável por executar a ideia quase sete anos atrás foi a atual deputada estadual, Cida Ramos, que era secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba na época.

Outros projetos, a exemplo do Cidade Madura, um condomínio voltado para pessoas da 3ª idade, são frequentemente copiados por outros estados, sem mencionarem o devido crédito às propostas.

Em tempos obscuros, algo que a Paraíba já pratica desde 2012 tem sido vendido como a grande novidade pelos incautos.

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MPF pede quebra de sigilo bancário e fiscal do ex-prefeito de Santa Cruz, Raimundo Antunes, por suspeita de corrupção na “Operação Andaime”

A “Operação Andaime” vem desarticulando, no alto Sertão, um esquema criminoso de corrupção de gestores municipais acusados de superfaturamento de obras, peculato (furto de dinheiro público), corrupção ativa e passiva e organização criminosa.

Quem foi alvo, na mais recente ação do Ministério Público Federal deflagrada em Cajazeiras e região na Operação Andaime foi o ex-prefeito de Santa Cruz, Raimundo Antunes, que hoje é suspeito de participar de uma Organização Criminosa que tinha por suposto objetivo fraudar licitações, superfaturar obras e serviços, peculato e corrupção passiva.

As suspeitas que ensejaram o pedido do MPF de quebra do sigilo fiscal e bancários do ex-prefeito de Santa Cruz, Raimundo Antunes, foram decorrentes de anotações apreendidas em agendas de empresários da região de cajazeiras que ganharam algumas licitações no município entre 2013 a 2015.

Vários empresários e ex secretários municipais também estão sendo investigados, dentre eles o Empresário Jean Casimiro, também da cidade de Santa Cruz. Informações do Blog do Tião Lucena.

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O Sacerdócio da Medicina (Por Dr. Alfredo Fagundes)

O exercício da medicina teve seu início desde a criação do mundo; portanto, nasceu na Sabedoria do Infinito, conforme está escrito no livro do Eclesiástico: “Toda medicina provém de Deus”, ela nasceu em forma de amor, do apelo do Mestre em defesa da humanidade; por conseguinte, a filosofia da medicina está indubitavelmente ligada à plenitude do amor e à dimensão divina.

Medicina, amor e vida, estão ligados quase intrinsecamente; porque a arte de viver e de amar é capaz de transformar o Médico numa missão nobre, sublime; basta para tanto, ouvir a mensagem do Alto. Devemos, pois, dar testemunho da nossa vocação profissional.

A grande riqueza de Ser Médico é poder descobrir e enxergar sempre com os olhos d’alma e do coração, a essência da vida, fazendo de sua profissão um verdadeiro ícone, um espelho de luz, capaz de poder iluminar toda sua performance e que seja para seus pacientes um sinal, um anjo na saúde, enfim um referencial para aqueles que o procuram na dor de sua enfermidade.

O sacerdócio da medicina reveste-se de uma humildade, leveza d’alma e de uma generosidade interior, fazendo deste relacionamento médico-paciente um espaço privilegiado capaz de superar todas as adversidades que a doença lhe impõe; pois o sucesso do tratamento depende muitas vezes do acolhimento e da habilidade profissional.

Na minha modesta experiência, tive muitas vezes oportunidade de aprender, de discernir lições de vida com meus pacientes e, desta forma, tentar desvendar os seus mistérios, na busca dos sinais e sintomas, porque sua solicitude permitiu-me sempre aprimorar meus conhecimentos na arte da cura.

“A ciência do médico o eleva em honra, ele é admirado na presença dos grandes. O Altíssimo deu-lhes a ciência da medicina para ser honrada em suas maravilhas. Dá lugar ao médico, pois ele foi criado por Deus; que ele não te deixe, pois sua arte te é necessária” (Eclesiástico 38 – 3,6 e 12)

Sabemos que com os avanços tecnológicos, os equipamentos de última geração, jamais poderão ser subestimados pelo calor e a experiência médica; o êxito da profissão consiste na empatia com seu cliente e nessa interação harmoniosa e inteligente, fazendo desse espaço momento único para exercer o seu sacerdócio da medicina.

Portanto, foste tu, ó Deus, o meu maior incentivo e forte presença em todos os dias da minha vida quando fui instrumento em tuas mãos na cura da cada paciente.

Obrigado, Senhor, muito obrigado, para que no final de cada jornada eu possa celebrar o renascer da vida, fruto do trabalho, equilíbrio, sabedoria e fidelidade ao juramento que fiz através da ética e zelo profissional.

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A privatização não resolverá o problema da falta de saneamento no Brasil

POR LUIZ CARLOS BRESSER-PEREIRA

Ontem (13.10) a Folha de S.Paulo publicou o último capítulo de uma serie de reportagens sobre o saneamento básico no Brasil com a informação de que, desconsideradas suas dívidas, as empresas de águas e esgotos dos estados e grandes municípios poderiam gerar uma receita de nada menos do que R$ 140 bilhões. E, maravilha, essa privatização permitiria resolver rapidamente o problema do saneamento no Brasil o qual, se continuar a progredir como vem acontecendo nos últimos anos, durará 30 anos para se alcançar a meta de universalização do saneamento.
Estes sensacionais cálculos foram realizados pela “equipe técnica” definida pelo ministro Paulo Guedes. E continuam os nossos incríveis técnicos: serão necessários R$ 700 bilhões para alcançar a universalidade – algo que o setor privado facilmente obteria…

Realmente, é fundamental avançar em direção à universalização do saneamento básico. Esta é uma meta social maior. Mas saneamento básico é atividade monopolista, e não deve ser privatizado. A empresa privada não oferecerá necessariamente um serviço melhor, e, certamente o encarecerá – e muito. Esta é a regras das privatizações.

Mas, dirão, as empresas privatizadas farão os investimentos contratados. Não há nenhuma garantia que isto aconteça. Veja-se o que ocorre com as empresas privatizadas de estradas. São empresas rentistas que não correm riscos. Fizeram um alto negócio, aumentaram os pedágios, passaram a receber uma renda segura, e não fazem os investimentos que contrataram a não ser pela força do Poder Judiciário.

Empresas monopolistas devem ser estatais. Bem administradas, sem subsidiar setores e sem empreguismo, elas podem gerar o lucro necessário para a expansão dos serviços. Mas, dirão, isto é impossível no setor público. Não é impossível. Basta que sejam estabelecidas regras claras e duras proibindo contratações políticas, se proíbam subsídios tarifários (as tarifas devem cobrir o custo mais o financiamento de investimentos), e o governo federal faça uma fiscalização competente comandada pelo TCU.

Roberto Campos, em 1964, nacionalizou as empresas telefônicas, aumentou fortemente os preços, e a telefonia brasileira que estava incrivelmente atrasada experimentou um grande avanço. Ele era um liberal, mas era um homem inteligente e com espírito público – sabia que não se privatizam serviços públicos monopolistas.

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Julian Lemos ataca advogado de Bolsonaro e aumenta crise no PSL

Admar Gonzaga, ex-ministro do TSE e advogado de Jair Bolsonaro, disse ao Valor Econômico, como registramos mais cedo, que existem denúncias da compra de diretórios do PSL em São Paulo, Ceará, Rio Grande do Sul e Paraíba.

O deputado Julian Lemos, do PSL da Paraíba, sentiu-se atingido pela declaração e gravou um vídeo desafiando Gonzaga a apresentar provas em 24 horas.

“Eu queria dizer, doutor Admar, que você é um irresponsável, um vendilhão, uma pessoa mal intencionada.”

Lemos afirmou também:

“Eu o desafio a apresentar tais provas e renuncio ao meu mandato se você achar indício.”

O deputado acrescentou que Gonzaga “vende ilusões” e “induz o presidente [Jair Bolsonaro] ao erro.”

Assista:

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TJPB condena radialistas de Cajazeiras a pagarem indenização por danos morais

Por decisão da Primeira Câmara Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, os radialistas Francisco Alves (Tatico) e Francisco Amauri Lacerda (Amauri Furtado), além da Difusora Rádio Cajazeiras, foram condenados a pagar, solidariamente, uma indenização por danos morais no valor de R$ 8 mil em favor de Messias da Silva Galdino. O relator das Apelações Cíveis nº 0002207-95.2008.8.15.0131 foi o desembargador José Ricardo Porto.

O autor da ação alegou que, no dia 20 de julho de 2005, a emissora, através dos seus radialistas, entrevistando o presidente do time de futebol Atlético Cajazeirense de Desportos, fez gravíssimas acusações a ele e aos demais credores do clube, aduzindo que todos aqueles que estavam acionando judicialmente a agremiação eram “vagabundos e ladrões e que vieram a Cajazeiras para roubar a praça”, desferindo diversas ofensas na ocasião, ultrapassando, com isso, os limites da manifestação de pensamento, liberdade de imprensa e maculando sua honra.

O Juízo de 1º Grau julgou procedente, em parte, o pedido, condenando apenas a emissora e o segundo apelado (Tatico), solidariamente, ao pagamento de indenização no montante de R$ 8 mil, com juros e correção, a partir da publicação da sentença, além de custas e honorários, sendo estes arbitrados em 10% sobre o valor da condenação. Em Grau de recurso, a sentença foi reformada para também incluir na condenação o radialista  Amauri Furtado, bem como para determinar que os juros de mora da condenação incidam desde a data do evento danoso.

“Não obstante a juíza de primeiro grau ter julgado improcedente a demanda quanto ao promovido Francisco de Amaury Lacerda, compreendo ter sido evidenciada tanto a responsabilidade da emissora de rádio quanto de ambos os mediadores do debate, uma vez que cabe a eles a incumbência de controlar as informações repassadas para os ouvintes”, destacou em seu voto o relator do recurso.

Segundo José Ricardo Porto, a jurisprudência é firme no sentido de garantir tanto a responsabilidade da empresa que veiculou o insulto, como do mediador que conduziu o diálogo no qual foram proferidas as palavras desonrosas. “Assim, percebe-se que a situação experimentada pelo promovente teve o condão de expô-lo a vexame ou constrangimento perante terceiros, devendo ser responsabilizados aqueles que concorreram para o dano decorrente da entrevista que extrapolou os limites da informação, maculando a honra e a imagem do demandante”, ressaltou.

Da decisão cabe recurso.

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